A Superintendência Ambiental inspecionou obras da sede de Los Maquis e encontrou no terreno alegações contra Edelaysén

Uma visita crucial feita na quarta-feira, 1 de julho, a Puerto Guadal, o chefe do gabinete regional da Superintendência do Ambiente, Óscar Leal Sandoval, para corroborar no terreno as alegações que mais de meia centena de vizinhos da cidade fizeram contra a construção da central hidroelétrica que Edelaysén realiza na zona das emblemáticas cascatas e poços de Los Maquis.

Os recorrentes salientam que a empresa progrediu nos trabalhos transgredindo as disposições do n.º 10,p do artigo 10.º, que prevê a entrada no Sistema de Avaliação de Impactes Ambientais (IEI) qualquer “execução de obras, programas ou atividades em parques nacionais, reservas nacionais, monumentos naturais, reservas de áreas virgens, santuários da natureza, parques marinhos, reservas marinhas ou em quaisquer outras áreas colocadas sob proteção oficial , sempre que permitido pela respetiva legislação.”

A fábrica de Los Maquis situar-se-ia dentro da Área de Interesse Turístico de Chelenko (ZOIT), para a qual os denunciantes consideram que deveria ter sido avaliada ambientalmente, com a participação institucional dos cidadãos da comunidade.

O oficial reuniu-se por volta das 14h30. com vinte dos signatários em frente à delegação municipal, que participaram no cumprimento das medidas de segurança no âmbito da pandemia: usar máscaras e manter a distância social.

No local, Leal explicou aos presentes o procedimento em que se encontra o processo, confirmando que espera pronunciar-se sobre o fundo antes do período em que a empresa poderá reiniciar os trabalhos, o que, de acordo com o que Edelaysén estava comprometido assim que o estado de emergência constitucional fosse levantado.

vinh
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Ambiente
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