Chile augura queda drástica do PIB: Banco Central apresenta relatório mensal do Índice de Atividade Económica

Governo e especialistas aguardam com expectativa o relatório desta segunda-feira do Banco Central do Chile, sobre o comportamento do Índice de Atividade Económica Mensal deste ano, que augura uma queda profunda neste importante indicador, foi destacada uma nota da Imprensa Latina.

Os analistas financeiros antecipam uma queda de mais de 15% no Produto Interno Bruto do Chile em junho, devido ao aprofundamento da crise económica devido à pandemia Covid-19.

Tal como na passada sexta-feira, o Instituto Nacional de Estatística (INE) apresentou relatórios negativos que reforçam estas previsões, indicando que o Índice de Produção Industrial (IPI) para o sexto mês do ano diminuiu 2,6% em 12 meses.

Isto influenciou os sectores do estrume com -8,3 por cento, e os sectores da eletricidade, do gás e da água com -0,8, enquanto a mineração ajudou a fazer algo reportando um crescimento de 2,9.

O INE informou ainda que no segundo trimestre do ano o desemprego subiu para 12,2%, embora os economistas e o próprio governo tenham admitido que poderia ser maior, uma vez que estas estatísticas não incluem os trabalhadores ao abrigo da Lei de Proteção do Emprego, que totalizam mais de 800.000.

Um relatório do Banco Santander conclui que o Índice mensal de Atividade Económica (Imacec) de junho pode apresentar uma queda de 15%, dada a forte contração da procura interna influenciada por medidas de isolamento para combater a pandemia Covid-19.

A análise indica que, se esta percentagem fosse introduzida pela queda do Imacec de junho, o segundo trimestre do ano fecharia com uma contração de 15%, o que seria o pior desde 1982.

vinh
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Economia
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